Análise feita por: Cintia Renata Carvalho Pontes e Maria Emilia Boaventura.
Definição:
De acordo com Pimentel (1995) Realidade Virtual ou como é mais conhecido RV é o uso de alta tecnologia para induzir o usuário de que ele está em outra realidade, envolvendo-o.
Latta (1994) entende a RV como uma avançada conexão homem-máquina que simula um ambiente realístico, permitindo que os participantes atuem com ele.
Porque usar?
A Realidade Virtual é um mecanismo ideal para variadas situações e cenários de pesquisa e aprendizagem. Cada um possui seu perfil de aprendizagem, uns visuais, outros verbais, uns gostam de explorar e outros preferem deduzir. Na Realidade Virtual cada um desses estilos pode ser usado de forma diferente. Permitindo também a criação de ambientes onde o aprendizado se realiza por etapas, sendo as dificuldades facilmente resolvidas. À medida que se utiliza acontece a familiarização pelos usuários, até comprovar que as capacidades exigidas foram adquiridas e a informação passada assimilada.
Dificuldades prováveis:
Alto custo de manutenção e implantação.
Falta de métodos e técnicas.
Necessidade de aperfeiçoamento profissional.
Dicas:
- O poder de ilustração da realidade virtual para alguns processos e objetos é muito maior do que outras mídias;
- Não restringe o prosseguimento de experiências ao período da aula regular;
Conclusão:
Esta tecnologia beneficia a interação e a multidisciplinaridade na aprendizagem, pois podemos moldar a didática, fazendo da sala de aula um espaço diferenciado e não tradicional. A criação de um ambiente artificial para ensino seria uma nova forma de aquisição de conhecimento. Auxilia na concentração, na relação com o exterior e gera possibilidades infinitas.
Referência:
BRAGA, M. Realidade Virtual e Educação. Revista de Biologia e Ciências da Terra, v.1, n.1, 2001. Disponível em: <http://joaootavio.com.br/bioterra/workspace/uploads/artigos/realidadevirtual-5155c805d3801.pdf> Acesso em 11 de Fevereiro de 2017.
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